Ultimate Monsters Crossing
Plataforma: DS e PSP
Número de Jogadores: 1
Wi-fi local: 2 a 4
Ultimate GameNet (serviço online): até 8
Em seu primeiro game, a novata produtora SameWorld inova ao oferecer o maior número de personagens já vistos em um mesmo jogo e também o primeiro jogo verdadeiramente multiplataforma - com opções multiplayer que extrapolam o limite de fabricantes - juntando DS e PSP para as batalhas.
Contando as versões “Monsters Crossing: Wide World” do PSP e a “Monsters Crossing: Digital Source” do DS são mais de 1500 criaturas para se capturar, juntando os mundos de – acreditem – Spectrobes, Pokémon e Digimon.
Não me perguntem como a SameWorld conseguiu juntar tais universos – devem ter gasto MUITO com royalties e tudo o mais – mas o fato é que o jogo roda tranqüilo, com uma história consistente e que em momento algum aparenta ser uma colcha de retalhos ou mais um caça-níqueis da vida.
Você é um jovem adolescente, com uma vida relativamente normal, até o dia que encontra um notebook abandonado em frente a sua casa. Ao inicializar tal equipamento, você assiste à um vídeo feito pelo Patrulheiro Planetário Rallen, dizendo que a missão final fracassou - e que se você não se tornar o maior treinador de monstros da galáxia e derrotar as forças da escuridão – os mundos real e digital serão aniquilados em sete semanas.
Sua única alternativa é vasculhar o mundo a procura dos monstros mais fortes, formar seu time, e após derrotar os 8 SubDarkers do seu mundo, derrotar Krawlseus – o causador de todo o caos. Mas você não estará sozinho, pois contará com toda a estrutura dos Patrulheiros Planetários para se deslocar pelo seu mundo, e o apoio do Professor Oakwan para catalogar os monstros e escolher o time mais forte. Mas por mais apoio que você tenha, só você é capaz de salvar os dois mundos, pois você é o escolhido.
O mundo é todo em 3D, e os gráficos são uma mistura de ‘The Legend of Zelda: The Phantom Hourglass”, “God of War: Chain of Olympus” e “The World Ends With You”, dando um clima radical à história. As batalhas rolam em tempo real, com cada criatura possuindo quatro golpes distintos, que no PSP dependem de comandos seqüenciais nos botões e no DS dependem de toques na tela (ao melhor estilo EBA). A velocidade e precisão dos mesmos irá determinar o dano causado por ele.
Plataforma: DS e PSP
Número de Jogadores: 1
Wi-fi local: 2 a 4
Ultimate GameNet (serviço online): até 8
Em seu primeiro game, a novata produtora SameWorld inova ao oferecer o maior número de personagens já vistos em um mesmo jogo e também o primeiro jogo verdadeiramente multiplataforma - com opções multiplayer que extrapolam o limite de fabricantes - juntando DS e PSP para as batalhas.
Contando as versões “Monsters Crossing: Wide World” do PSP e a “Monsters Crossing: Digital Source” do DS são mais de 1500 criaturas para se capturar, juntando os mundos de – acreditem – Spectrobes, Pokémon e Digimon.
Não me perguntem como a SameWorld conseguiu juntar tais universos – devem ter gasto MUITO com royalties e tudo o mais – mas o fato é que o jogo roda tranqüilo, com uma história consistente e que em momento algum aparenta ser uma colcha de retalhos ou mais um caça-níqueis da vida.
Você é um jovem adolescente, com uma vida relativamente normal, até o dia que encontra um notebook abandonado em frente a sua casa. Ao inicializar tal equipamento, você assiste à um vídeo feito pelo Patrulheiro Planetário Rallen, dizendo que a missão final fracassou - e que se você não se tornar o maior treinador de monstros da galáxia e derrotar as forças da escuridão – os mundos real e digital serão aniquilados em sete semanas.
Sua única alternativa é vasculhar o mundo a procura dos monstros mais fortes, formar seu time, e após derrotar os 8 SubDarkers do seu mundo, derrotar Krawlseus – o causador de todo o caos. Mas você não estará sozinho, pois contará com toda a estrutura dos Patrulheiros Planetários para se deslocar pelo seu mundo, e o apoio do Professor Oakwan para catalogar os monstros e escolher o time mais forte. Mas por mais apoio que você tenha, só você é capaz de salvar os dois mundos, pois você é o escolhido.
O mundo é todo em 3D, e os gráficos são uma mistura de ‘The Legend of Zelda: The Phantom Hourglass”, “God of War: Chain of Olympus” e “The World Ends With You”, dando um clima radical à história. As batalhas rolam em tempo real, com cada criatura possuindo quatro golpes distintos, que no PSP dependem de comandos seqüenciais nos botões e no DS dependem de toques na tela (ao melhor estilo EBA). A velocidade e precisão dos mesmos irá determinar o dano causado por ele.
As principais diferenças entre as versões do PSP e DS são:
- Na versão “Wide World” (PSP) você está no mundo real, e possui uma visão mais ampla (wide :P). Digimons só podem ser obtidos através do sistema de troca. A movimentação é feita através do direcional, e demais comandos através dos botões. Ao se pausar o jogo, você tem acesso ao mapa do mundo, inventário, MasterDex (catálogo de monstros) e o contador de tempo.
- Na versão “Digital Source” (DS) você está no mundo digital, o jogo roda nas duas telas – a inferior servindo como menu, inventário, mapa e campo de ação. Spectrobes só são obtidos através de trocas.
Isso sem contar as diferenças de cada raça - Pokémons, Digimons e Spectrobes - na forma de captura, treinamento, evolução, e todos os outros detalhes de cada uma delas, que se mesclam perfeitamente nessa que parece ser a última cruzada.
O mais incrível é que como a história é não-linear, a forma como você se decide entre as criaturas pode fazer com que uma certa raça siga para o lado de Krawlseus e as coisas piorem. A única área comum às duas versões é o continente Final Darkstation, onde após derrotar os 8 SubDarkers do seu mundo, você enfrenta Krawlseus. Inclusive, esse modo pode ser jogado via wi-fi entre DS’s e PSP’s para que ambos os mundos sejam salvos. Caso você termine o jogo apenas na sua versão, o outro mundo deixará de existir, aniquilando toda uma raça inclusive.
Sem dúvida, esse é o jogo do milênio. Três universos inteiros – com seus monstros, itens e características – dois mundos para salvar, dois portáteis para jogar, infinitas possibilidades.
E isso foi só o preview. Postarei imagens e mais detalhes assim que eles forem liberados pela SameWorld.
ATENÇÃO! Essa postagem é inventiva, e o jogo (infelizmente) fictício, para participar da promoção Unreal Tournament 3 do Blog Hadouken, de Cláudio Prandoni. Mas não seria nada mal um jogo desse não é mesmo??
Abraços!!
















5 comentários:
Ae, rapá!!
Muitíssimo obrigado pela participação.
Todos seus comentários tinha caído como spam (vai entender...), mas já habilitei todos.
Abração.
Falow!
Nossa que criatividade!!
Um jogo assim seria muito louco hahaha
Eu cheguei a ler o post da promoção mas minha criatividade que já não é muita, anda zerada ultimamente...
Sorte pra ti na promoção!
@ Claudio: Blz! Brigadão! Spam?? Vai ver o Wordpress (também) não vai muito com a minha cara... (deve ser pq minha url é do Blgospot XD)
@ Carol-jp: Muito louco mesmo! Seria o máximo - adoro essa história de crossovers. Bem que você podia inventar algo, não é mesmo? Mas obrigado pela torcida ^_^
MAIS UMA COISA!!!
O Cláudio Pradoni, do Blog Hadouken estendeu a promoção do Unreal Tournament III até semana que vem, dia 14!!!
Aproveita, Carol! Eu já to inventando mais uns joguinhos por aqui...
Ahh minha cabeça não tá muito boa pra isso,muita preocupação no trabalho e faculdade...
Estou precisando de jogar pra desestressar!! rsrsrs
Por enquanto fico na torcida por ti! Ahhh agora eu quero um jogo desses!!! hahaha
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